29 de abr. de 2012

Ficha Resumo - Histologia: Tecido Conjuntivo Ósseo


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25 de abr. de 2012

24 de abr. de 2012

23 de abr. de 2012

22 de abr. de 2012

20 de abr. de 2012

19 de abr. de 2012

RESUMO DE AULA - CONSTITUIÇÃO QUÍMICA - COMPOSTOS ORGÂNICOS: OS LIPÍDIOS

RESUMO DE AULA - CONSTITUIÇÃO QUÍMICA - COMPOSTOS ORGÂNICOS: OS LIPÍDIOS


Resumo de aula sobre constituição química dos seres vivos, os lipídios.

18 de abr. de 2012

RESUMO DE AULA - CONSTITUIÇÃO QUÍMICA DOS SERES VIVOS: OS CARBOIDRATOS


constituição química 2011 - carboidratos


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Resumo de aula sobre constituição química dos seres vivos, compostos orgânicos (os carboidratos).

17 de abr. de 2012

16 de abr. de 2012

15 de abr. de 2012

13 de abr. de 2012

PODCAST #6 - REPRODUÇÃO E TIPOS DE REPRODUÇÃO ASSEXUADA

12 de abr. de 2012

11 de abr. de 2012

Planadores da natureza



A capacidade de voo controlado é própria da maioria dos insetos, das aves e alguns mamíferos quirópteros, os morcegos. Mas há outros animais que se aventuram no ar, como poucos anfíbios, répteis e mamíferos que desenvolveram a capacidade de planar.

Esses animais evoluíram em um ambiente florestal, selecionados, entre outras característcas, pela habilidade de se mover rapidamente de uma árvore para outra para fugir de predadores e surpreender presas.  Como “asas” para planar são utilizadas projeções da pele entre os dedos ou projeções de pele entre as patas anteriores, posteriores e às vezes a cauda.

Alguns exemplos de animais planadores


O dragão voador que vive em florestas asiáticas plana com projeções laterais sustentadas por suas costelas.


 
O lêmure voador possui uma aba planadora entre as quatro patas e a cauda.



A lagartixa voadora possui um kit completo adaptado a planar: membranas laterais no tronco, cauda achatada e uma pele entre os dedos, a membrana interdigital.




A rã voadora possuem entre os dedos um fina pele (membrana interdigital) que funciona com  uma espécie de paraquedas suavizando a velocidade em uma queda livre de uma árvore para outra.  
 

10 de abr. de 2012

GLOSSÁRIO DE BIOLOGIA: ADENINA



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Indicando de site para os estudo - O Ache Provas




Hoje estou indicando um site que promete ser uma grande ferramenta para auxiliar nos estudos para o vestibular e Enem, o ache provas. Em um interface estremante simples, semelhante ao do Google você digita a instituição e pronto, aparece uma lista de provas e gabaritos. Gostei muito e estou indicando para vocês.


Para acessar o Ache provas.


Bons estudos

9 de abr. de 2012

Como as células cardíacas morrem durante um infarto?


O coração é um órgão muscular. O músculo cardíaco é chamado miocárdio. Este músculo é constituído por células musculares chamadas fibras musculares estriadas cardíacas (fibras cardíacas). São células com capacidade de se contrair, gerando força para bombear o sangue pelo corpo.
Figura: A figura mostra o coração, suas fibras cardíacas (células) e as proteínas de contração.

Cada fibra cardíaca possui em seu interior um sistema de filamentos proteicos (actina e miosina, principalmente) que se ligam e se movimentam gerando o processo de contração. Este mecanismo gasta muita energia, fornecida de uma molécula energética chamada ATP (adenosina trifosfato) produzida durante o processo de respiração celular aeróbica. A respiração celular aeróbica ocorre a partir de reações que necessitam de glicose e oxigênio para ocorrer. As fibras cardíacas vivem mergulhadas em um meio líquido, o liquido extracelular (líquido intersticial) que recebe de vasos sanguíneos cardíacos o gás oxigênio e os nutrientes necessários para sustentar o funcionamento das fibras cardíacas.

Quando artérias do coração sofrem um estreitamento por acúmulo de colesterol (isquemia), a fibras cardíacas ficam privadas de quantidades suficientes de gás oxigênio e nutriente, consequentemente, falta combustível para alimentar a produção de ATP pelas mitocôndrias. Um mecanismo emergencial entra em ação, lipídios e proteínas das fibras cardíacas começaram a ser utilizadas pelo metabolismo para a produção de ATP. Mas rapidamente o combustível alternativo será esgotado e a fibra muscular passa por um blackout energético para manter as atividades celulares.


Figura: Em detalhe é mostrado a isquemia (estreitamento) da artéria coronária, privando o músculo cardíaco de nutrientes.

A carência de ATP impede o funcionamento de proteínas transportadoras de íons na membrana celular, um processo vital a sobrevivência de qualquer célula. Nesse momento todos os processos que gastam ATP são interrompidos, inclusive o mecanismo de contração, em uma tentativa de desviar o pouco ATP disponível para alimentar o funcionamento das proteínas transportadoras de íons da membrana. Quando o ATP se esgota, as proteínas da membrana param de funcionar, o deslocamento anormal de íons pela membrana provoca um desequilíbrio osmótico, e as células cardíacas passam a receber muita água por osmose. As células incham e se rompem. O rompimento celular libera substâncias intracelulares que ativam uma resposta de defesa do corpo. Células do sistema imunológico, os macrófagos se deslocam até o ponto de lesão cardíaca e começam a destruirr as células lesionadas. O local lesionado privado de suas fibras cardíacas será ocupado por um tecido diferente, sem função contrátil afetando a capacidade contráctil do coração neste ponto. Quanto maior a área afetada maior o comprometimento cardíaco. 

Figura: O ponto escuro no coração indica a parte necrosada, pela falta de um suprimento adequado de sangue


8 de abr. de 2012

7 de abr. de 2012

FICHA RESUMO - HISTOLOGIA: OS TECIDOS CONJUNTIVOS




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PODCAST #5 - GLÚTEN X DOENÇA CELÍACA



Este podcast foi a segunda publicação do FAQBIO postado em 18 de março de 2009.

6 de abr. de 2012

GLOSSÁRIO DE BIOLOGIA: ACROCÊNTRICO



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PARA QUE SERVE OS OCELOS?




Muitas espécies de animais possuem manchas pigmentadas arredondadas que se assemelham a olhos em partes do seu corpo. Estas manchas circulares são chamadas ocelos.

Qual a função dos ocelos?

Quando ameaçado por predadores os animais expõe seus grandes ocelos. A visão surpresa dos falsos olhos assusta o predador, que talvez, interprete a situação como um encontro perigoso com outro animal. A exposição dos ocelos pode desencorajar o ataque ou causar um momento de indecisão que permite a fuga da presa. Muitos animais possuem a localização dos ocelos na parte de trás do corpo, fazendo a parte de traz de o corpo parecer à cabeça. Isto traz uma vantagem na fuga de predadores, pois geralmente o predador espera que a presa escape em uma determinada direção e ela foge na oposta. Veja o exemplo exposto na figura abaixo (foto b), uma lagarta com ocelos no final do corpo.


5 de abr. de 2012

4 de abr. de 2012

GLOSSÁRIO DE BIOLOGIA: ÁCINO


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COMO UMA COBRA CASCAVEL ENCONTRA SUA PRESA?



Para localizar suas presas a cobra cascavel e outras víboras, cobras da família Viperidae, fazem uso de vário sentidos.

1. Primeiramente usam o olfato.  Com a língua bífida (bipartida) capturam no ar e no solo substâncias que indicam a presença da presa, um rato, por exemplo. A língua conduz as evidências da presa até um par de órgãos localizados no céu da boca (palato), os órgãos de Jacobson. O olfato começa a localizar a presa a longa distância. Após localizar o caminho que o rato faz com frequência,  a cascavel posiciona-se escondida e a espera a passagem da presa.
 


2. Os ossos do crânio em contato com o solo captam vibrações geradas pela locomoção do rato.


3. Conforme o rato aproxima o a cobra focaliza a sua atenção utilizando a visão. Mas a cobra cascavel possui hábitos noturnos, o que dificulta a visualização da presa no escuro pelos olhos. Então a cobra faz uso de um sentido inusitado, a detecção de calor por órgãos sensoriais termossensíveis, localizados em cavidades entre os olhos e as narinas, as fossetas lacrimais (fossetas loreais).
Figura: Órgãos do sentido de uma cascavel.

Figura: Visão térmica captada por células termorreceptoras da fosseta lacrimal (fosseta loreal). As zonas vermelhas são as mais quentes.

4. Quando o rato se aproxima a cobra se projeta sobre ele, faz com seus dentes inoculadores de veneno uma rápida injeção de neurotoxina o que imobiliza a presa permitindo uma fácil captura do rato.

Figura: A cobra finaliza a captura da presa com uma injeção de veneno neurotóxico durante o ataque ao rato (bote).

3 de abr. de 2012

Glossário de Biologia: ácido nucléico

GLOSSÁRIO DE BIOLOGIA: ÁCIDO NUCLEICO

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2 de abr. de 2012

Glossário de biologia: ácidos graxos

GLOSSÁRIO DE BIOLOGIA: ÁCIDOS GRAXOS

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1 de abr. de 2012

POR QUE NÃO SENTIMOS CÓCEGAS QUANDO FEITAS POR NÓS MESMOS?




Esta postagem foi inspirada na pergunta de um acadêmico do Curso de Farmácia da UFBA de Vitória da Conquista durante a aula de Fisiologia Humana.

Você pode ser a pessoa mais sensível a estímulos tácteis na pele que provoquem a sensação de cócegas, especialmente em algumas regiões do corpo, mas quando elas são auto provocadas a sensação delas é mínima.

Por que não conseguimos sentir as cóssegas feitas por nós mesmos?

A resposta a essa questão parece ser explicada por um mecanismo do sistema nervoso que compara os movimentos planejados pelas áreas motoras do encéfalo e os movimentos que foram executados pelos nossos músculos, permitindo uma melhor coordenação motora. Esse monitoramento é realizado pelo cerebelo de forma incosciente. A falta de consciência do sistema nervoso tem uma grande vantagem, deixar as áreas sensoriais do cérebro livre para detectar sensações provocadas por estímulos inesperados, evitando sobrecarga de informação.

Um outro exemplo deste processo pode ser percebido na cavidade bucal, na maior parte do tempo você não sente os movimentos da própria língua durante a fala.