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5 de mai. de 2014
16 de abr. de 2014
30 de jan. de 2014
8 de jan. de 2014
11 de dez. de 2013
1 de dez. de 2013
Resumo e aula de histologia: tecidos musculares
Aula 07 - tecido MUSCULAR
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20 de nov. de 2013
5 de nov. de 2013
Resumo de aula de histologia - tecido conjuntivo ósseo
Aula 06 - tecido conjuntivo ósseo
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29 de out. de 2013
21 de out. de 2013
14 de out. de 2013
2 de jul. de 2013
Lâminas de Histologia: Osso Trabecular (Crânio)
O osso trabecular é encontrado
formando a maior parte da estrutura dos ossos curtos, chatos e irregulares, como
os do crânio, da mandíbula, das costelas, do esterno e da pelve. O osso
trabecular é também conhecido como osso esponjoso.
O osso trabecular é formado por
uma trama irregular de finas colunas ósseas chamadas trabéculas ósseas. Entre as
trabéculas existem espaços preenchidos por vasos sanguíneos e pela medula óssea
vermelha. A medula óssea vermelha é formada por tecido hematopoiético que forma
as células sanguíneas.
O osso trabecular, como qualquer tipo
de osso, é envolvido por uma camada de tecido conjuntivo denso não-modelado
chamado periósteo. O periósteo é dividido em duas porções. A mais externa
possui poucos fibroblastos e é rico em fibras colágenas. É chamada porção
fibrosa. E uma interna muito densa em células osteogênicas e osteoblastos. As
células osteogênicas se dividem constantemente e se diferenciam em
osteoblastos. Os osteoblastos secretam a parte orgânica da matriz óssea,
principalmente o colágeno. Os osteoblastos são envolvidos pela matriz e se
diferenciam em osteócitos que secretam a parte inorgânica da matriz do tecido
ósseo. Os osteócitos são abrigados em uma região da matriz chamada lacuna.
Revestindo internamente o espaço
presente entre as trabéculas há o endósteo, uma camada de células osteogênicas
e osteoblastos que formam mais matriz óssea.
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Lâminas de Histologia: Placa Epifisária
Em um osso longo, como o úmero
localizado no braço, as extremidades são chamadas de epífises, a porção longa, cilíndrica
do osso é a diáfise. Entre a epífise e diáfise há uma região chamada metáfise. Na
metáfise de ossos com capacidade de crescimento em comprimento há uma região
cartilaginosa, chamada placa epifisária. A placa epifisária também é
chamada de disco epifisário, disco de crescimento ou cartilagem de conjunção. A placa epifisária é uma camada
de cartilagem hialina que permite ao osso crescer em comprimento.
A placa epifisária é formada por
quatro zonas:
- Zona de cartilagem em repouso
- Zona de cartilagem em proliferação
- Zona de cartilagem hipertrófica
- Zona de cartilagem calcificada
Na zona de cartilagem em repouso próxima
a epífise óssea possui pequenos condrócitos no interior de lacunas distribuídos
de forma dispersa. Nesta zona eles não influenciam no crescimento ósseo, por
isto é denominado zona de repouso.
Na zona de cartilagem em
proliferação os condrócitos aumentam ligeiramente de tamanho e realizam
sucessivas divisões celulares, aumentando muito em número e dispostos em
fileiras.
Na zona de cartilagem
hipertrófica os condrócitos aumentam muito de tamanho e continuam dispostos em
fileiras.
A multiplicação dos condrócitos
na zona de proliferação e o seu crescimento na zona de cartilagem hipertrófica
produzem o crescimento da diáfise do osso longo.
Na zona de cartilagem calcificada
os condrócitos estão mortos devido a calcificação da matriz ao seu redor.
Abaixo da zona de cartilagem
calcificada ocorre uma zona de calcificação onde osteoclastos dissolvem a
cartilagem calcificada e osteoblastos e osteócitos produzem uma matriz óssea
que une firmemente a placa epifisária a diáfise.
Entre as idades de 18 a 25 anos
as placas epifisárias dos ossos longos calcificam influenciadas pelos hormônios
sexuais, estrogênio nas mulheres e testosterona nos homens. Em seu local resta
somente uma linha epifisária. A partir da calcificação da placa epifisária
cessa o crescimento e comprimento dos ossos longos.
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27 de jun. de 2013
Lâmina de histologia: epitélio pseudo-estratificado (traquéia)
A traquéia é um órgão tubular que
faz parte do tubo respiratório. Como outras partes do tubo respiratório a
traquéia serve a passagem de ar. Enquanto o ar passa pela traquéia, é filtrado,
umidificado e aquecido. O epitélio da traquéia é encontrado revestindo o lúmen
deste órgão.
O epitélio da traquéia é um
epitélio constituído por uma única camada de células cilíndricas muito
justapostas. Quando observamos este epitélio ele aparenta ser um epitélio
estratificado, pois possuem células de alturas diferentes e devido a disposição
não uniforme dos núcleos que podem ocupar as células em diferentes alturas. Este
epitélio simples que parece ser estratificado é classificado como um epitélio
pseudo-estratificado.
O epitélio pseudo-estratificado
da traquéia apresenta três tipos celulares: as células basais, as células
ciliadas e as células caliciformes.
- As células basais são mais baixas que as demais e não atingindo o lúmen. São células com alta capacidade de divisão celular e que se diferenciam nos demais tipos celulares do epitélio.
- As células ciliadas alcançam o lúmen e possuem cílios na sua superfície apical.
- As células caliciformes, também chamadas de células mucosas, são células dilatadas na sua porção apical próxima ao lúmen. São responsáveis pela secreção de muco. O muco é responsável pela retenção de partículas que entraram juntamente com o ar, tais como pó, pólen e micro-organismos. O muco é transportado em direção ao sistema digestório pelo movimento dos cílios das células ciliadas.
Este tipo de epitélio é encontrado
revestindo várias partes do sistema respiratório. Além da traquéia é verificado
nas cavidades nasais, laringe, brônquios e alguns bronquíolos, sendo também chamado
de epitélio respiratório.
Como em todos os tecidos
epiteliais, o epitélio pseudo-estratificado está conectado a tecido conjuntivo
por uma membrana basal e são avasculares.
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26 de jun. de 2013
Lâminas de Histologia: Tecido Conjuntivo Cartilaginoso
O tecido conjuntivo cartilaginoso
é encontrado em várias partes do corpo, como por exemplo, na traqueia. É um
tecido com função de sustentação, resistente e capaz de sofrer deformações e
voltar à forma original, pois apresenta flexibilidade.
As cartilagens são geralmente
revestidas por uma camada de tecido conjuntivo denso irregular, chamada
pericôndrio. O pericôndrio externamente possui uma camada fibrosa, pobre em
fibroblastos e rica em fibras colágenas e uma camada mais interna com muitas
células condrogênicas e condroblastos. As células condrogênicas formam os
condroblastos. Os condroblastos produzem a matriz cartilaginosa, promovendo um
crescimento de fora para dentro, chamado crescimento aposicional. A cartilagem
é constituída por células chamadas condrócitos que estão mergulhadas em uma
substância fundamental rica em sulfato de condroitina e com fibras proteicas. Os condroblastos conforme
secretam a matriz são introduzidos no interior da cartilagem e se diferenciam
em condrócitos. Os condrócitos estão inseridos em espaços da matriz chamados
lacunas. Em cartilagens jovens, os
condrócitos podem se dividir no interior das lacunas, contribuindo para o
crescimento da cartilagem de dentro para fora, chamado crescimento intersticial.
Quando dois ou mais condrócitos estão no interior de uma mesma lacuna eles são
chamados de condrócitos isógenos.
Há três tipos de cartilagem: a
cartilagem hialina, cartilagem elástica e a cartilagem fibrosa.
A cartilagem hialina é envolvida por pericôndrio e possui fibras colágenas do tipo II muito finas envolvidas por sulfato de condroitina, possuindo um aspecto homogêneo. A cartilagem hialina é o tipo mais comum de cartilagem no corpo humano.
A cartilagem elástica é envolvida por um pericôndrio e possui fibras colágenas do tipo II muito finas e fibras elásticas grossas que dão o aspecto mais fibroso desta cartilagem. Este tipo de cartilagem é encontrado, por exemplo, sustentando a orelha.
A cartilagem fibrosa, também chamada de fibrocartilagem não possui pericôndrio e possui uma grande quantidade de espessas fibras colágenas do tipo I. Nesta cartilagem os condrócitos estão dispostos em fileiras. A fibrocartilagem é muito resistente forma os meniscos, os discos intervertebrais, servindo a absorção de impacto e a sínfise púbica.
As cartilagens ao contrário dos
demais tecidos conjuntivos são avasculares sendo nutridos pelos vasos
sanguíneos presentes no pericôndrio que envolve a cartilagem.
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